Zelensky diz que não houve mudança na postura russa
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que os ataques russos desta quinta-feira mostram que o Kremlin não mudou de posição sobre a guerra. A Rússia lançou mísseis balísticos contra Kiev pouco depois de uma reunião entre o enviado americano Steve Witkoff e o presidente russo, Vladimir Putin. Witkoff chamou Putin de “grande humanitário”. Em resposta, Zelensky ironizou: “Três novas ondas de ataques com mísseis foram lançadas contra Kiev pelos ‘humanitários’ russos desde ontem à noite.”
Macron promete restringir protestos na França
Emmanuel Macron afirmou que o governo francês vai impedir protestos organizados por grupos sem “autoridade legítima” e responsabilizou setores da ultraesquerda pelos distúrbios do último fim de semana. Chamou os atos de “sediciosos” e disse que buscavam derrubar a República. A fala aumenta a tensão antes de novos protestos previstos no país, onde manifestações contra o custo de vida terminaram em confrontos, saques e incêndios.
El Salvador anuncia operação militar para resgatar cidadãos no Haiti
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, anunciou uma operação militar para resgatar quatro técnicos de aviação salvadorenhos sequestrados por gangues no Haiti. Eles participavam de uma missão de apoio a evacuações médicas. Bukele ameaçou uma resposta mais dura caso os homens não sejam libertados com vida. O ataque aconteceu enquanto o país se prepara para eleições gerais, as primeiras em mais de uma década.
Papa não precisará de novo tratamento, dizem médicos
Os médicos do papa Leão XIV disseram que o pontífice não vai precisar de qualquer tratamento adicional depois da cirurgia realizada em 13 de outubro. Os exames confirmaram um adenocarcinoma pulmonar localizado, removido junto com o lobo inferior do pulmão direito. A avaliação oncológica concluiu que a doença não exige novas intervenções.
Trump exagera o valor do acordo sobre o petróleo venezuelano
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que um acordo com a Venezuela daria aos americanos controle sobre mais de 65 bilhões de barris de reservas comprovadas. A cifra não corresponderia à realidade do país, segundo especialistas ouvidos pela Associated Press. A Venezuela teria as maiores reservas comprovadas do mundo, mas a indústria precisa de investimento pesado para recuperar a produção. “Não é possível acreditar nesses 65 bilhões de barris”, disse Evanan Romero, que trabalhou para o governo de Caracas e hoje atua como consultor nos Estados Unidos.