Zelensky diz que aliados não avisaram sobre ataque russo
Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia, disse que o país não recebeu qualquer aviso de aliados sobre um ataque que atingiu a rede de energia, deixando mais de 500 mil domicílios sem luz, aquecimento ou água. "Houve várias ondas de ataques russos na noite passada e, mais uma vez, não houve qualquer aviso da parte de nossos parceiros", escreveu Zelensky no Telegram.
Ministro francês admite que polícia perdeu o controle durante protestos
O ministro do Interior da França, Laurent Nuñez, admitiu que a polícia perdeu o controle em algumas cidades durante os protestos violentos que tomaram conta do país no fim de semana. As manifestações pacíficas terminaram em confrontos, saques e incêndios.
O governo estimava que seriam cerca de 200 mil manifestantes, mas mais de 500 mil pessoas participaram dos protestos. Quase 2.400 pessoas foram presas e cerca de mil policiais ficaram feridos. O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, pediu às autoridades locais que considerem toques de recolher parciais.
Um representante palestino disse que a delegação pretende pressionar a União Europeia por novas sanções contra Israel, cuja polícia afirmou que investiga os ataques. O exército disse que a visita não havia sido combinada com suas forças e que por isso não havia soldados no local.
Putin sugere encontro com Trump e Xi na China
O Kremlin afirmou que Vladimir Putin, Donald Trump e Xi Jinping podem se encontrar na China no próximo mês, à margem da cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec). A possibilidade teria sido discutida em uma conversa entre Putin e Trump, segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, e trataria da guerra da Ucrânia sem a presença de Volodymyr Zelensky, presidente do país. A cúpula da Apec está marcada para novembro, em Shenzhen.
Quênia confirma terceiro caso de ebola
O Quênia confirmou um terceiro caso de ebola em uma mulher de 65 anos, também parente dos dois primeiros pacientes. Ela estava em quarentena desde 6 de outubro e desenvolveu vários sintomas antes de testar positivo.
O primeiro paciente, um homem de 40 anos que havia chegado do Congo, morreu no dia 5 de outubro. O segundo caso também era da família e permanece estável. Na sexta-feira, o Ministério da Saúde disse que não havia sinais de transmissão comunitária: os três casos estavam ligados ao primeiro paciente.